quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Moeda Comemorativa de Diamantina - Já esta disponível na Collecione.Com

Moedas Comemorativas


MOEDA COMEMORATIVA DE DIAMANTINA – PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE - UNESCO

Dando sequência à série numismática “Cidades Patrimônio da Humanidade no Brasil”, o Banco Central do Brasil lança a 4ª moeda da Série em prata de Diamantina.

 
Moeda Comemorativa de Diamantina - Patrimônio da Humanidade Valor facial: 5 reais
Tiragem autorizada pelo  10 mil
Tiragem inicial: 3 mil
Peso: 27g
Composição básica: Prata 925/1000
Diâmetro: 40mm
Borda: serrilhada
Método de cunhagem: proof
Concepção e projeto: Banco Central do Brasil e
Casa da Moeda do Brasil
Fabricação: Casa da Moeda do Brasil

  DESCRIÇÃO O anverso apresenta vista do Passadiço da Casa da Glória, construção do século XIX que é um dos marcos da cidade. Complementam a composição as legendas “Patrimônio da Humanidade - UNESCO”, "Diamantina" e a era "2013".
Compondo o reverso, cena de músicos na sacada de um dos sobrados históricos, em alusão à "Vesperata", evento musical tradicional da cidade. Na lateral esquerda é apresentado o valor facial "5 reais" e, na parte inferior, a legenda "Brasil".

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

6º Encontro Nacional de Colecionadores - AFNB




Convida
  


       A Associação Filatélica e Numismática de Brasília tem a honra de convidar V.Sª.  para o 6º Encontro Nacional de Colecionadores.
          Nesta ocasião teremos uma bela Mostra Filatélica e Numismática com mais de 50 expositores com novidades do Brasil e do Mundo. 

Data:  08, 09 e 10 de Novembro de 2013    
Local: Hotel Mercure EIXO - Setor Hoteleiro Norte quadra 5 Bloco G
Hora: 09:00 às 18:00 horas
Esmeraldo Gianzanti de Mello / Organizador  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Uma das mais cobiçadas peças de 640 reis.

  O 640 reis de 1821B, atualmente, uma das mais cobiçadas moedas de 640, por se tratar de uma peça extremamente escassa de aparecer em qualquer estado de conservação. Veja abaixo a moedas vendida em 2012.



   Uma peça foi vendida no Leilão da HERITAGE em Long Beach em setembro de 2012 por $ 1.800,00 dolares, algo em torno de 4000,00 reais,  se colocarmos as taxas de Leilão este valor  é muito maior. Além da logística de participar de um leilão e os demais custos.





       Peça do Leilão 
 Vendida por algo em torno de      R$ 4.000,00








    A baixo a peça disponível na Collecione.com, também um belo Exemplar e pelo valor de R$ 3.400,00 e podendo ser dividida em até 6x sem juros no cartão de Crédito.

Não perca esta bela oportunidade de adquirir uma excelente peça para sua coleção.













terça-feira, 1 de outubro de 2013

Saiba porque comprar na www.collecione.com


   Hoje a collecione.com é uma das maiores loja especializada em MULTICOLECIONISMO no BRASIL.
       Somos empresa estabelecida comercialmente e temos endereço fixo além do virtual, nossa loja e site esta totalmente dentro da nova legislação de comercio e comércio eletrônico, onde informamos todos os dados exigidos e cumprimos todas as regras do CDC, emitimos NOTA FISCAL, envio com seguro total, a Collecione.com somente adquiri produtos de pessoas idoneas ou em encontros especializados que acontecem pelo Brasil.
    Possuímos uma variada gama de Itens colecionaveis que vai de GILETE a CÉDULAS ESCASSAS, hoje somos a única Empresa a confeccionar e ter uma marca própria de Material para guarda de Cédulas e Moedas, além da vasta variedade de Materiais das melhores empresas mundiais como a Leuchtturm. 
    Nosso Site é atualizado diariamente para que você sempre tenha acesso ao que há de mais atual no mundo do colecionismo.

     Deixamos um convite para o amigo colecionador a nos fazer uma visita na www.collecione.com e realizar seu cadastro para poder sempre esta antenado e poder desfrutar das nossas promoções e receber nossas ofertas.

      Aos amigos uma otima coleção.....












segunda-feira, 5 de agosto de 2013

SUPER PROMOÇÃO LOJA VIRTUAL COLLECIONE.COM

 SUPER PROMOÇÃO MÊS DOS PAIS
valido para todo de 05 a 15 de agosto de 2013.
 Nas compras acima de 280,00 reais ganhe de brinde o novo CASAL de Cédulas de 2,00 e 5,00 reais mesma numeração de BRINDE
 
www.collecione.com

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Para refletir....

Ainda podemos mudar a História, mesmo que mais de 400 anos depois....


O “Sermão do Bom Ladrão” foi proferido pelo Pe. Antônio Vieira em 1655, na Igreja da Misericórdia, em Lisboa, perante Dom João IV e os dignitários do reino, juízes, ministros e conselheiros. Talvez valha a pena relembrá-lo para verificar se houve progressos em assunto de tamanha envergadura como é o roubo! A homilia se prolongou durante horas. Permito-me, por isso, trazer apenas alguns de seus tópicos.
«Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia. E como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito de andar em tão mau ofício. Porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: “Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?”. Assim é: o roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno: os que não só vão, mas levam, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera; os quais, debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa. Os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, o governo das províncias, a administração das cidades, os quais já com manha, já com forças, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos. Os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados, estes furtam e enforcam.
Encomendou el-rei Dom João a São Francisco Xavier o informasse do estado da Índia. E o que o santo escreveu de lá, sem nomear ofícios nem pessoas, foi que o verbo “roubar” na Índia se conjugava por todos os modos. A frase parece jocosa em negócio tão sério, mas falou o servo de Deus como fala Deus, que, numa palavra, diz tudo. O que eu posso acrescentar, pela experiência que tenho, é que não só do Cabo da Boa Esperança para lá, mas também das partes de aquém se usa igualmente a mesma conjugação. Conjugam por todos os modos o verbo “roubar”, porque furtam por todos os modos da arte.
Tanto que lá chegam, começam a furtar pelo modo indicativo, porque a primeira informação que pedem aos práticos é que lhes apontem e mostrem os caminhos por onde podem abarcar tudo. Furtam pelo modo imperativo, porque, como têm o império, todo ele aplicam despoticamente às execuções da rapina. Furtam pelo modo mandativo, porque aceitam quanto lhes mandam e, para que mandem todos, os que não mandam não são aceitos. Furtam pelo modo optativo, porque desejam quanto lhes parece bem e, gabando as coisas desejadas aos donos delas, as fazem suas. Furtam pelo modo conjuntivo, porque ajuntam o seu pouco cabedal com o daqueles que manejam muito, e basta só que ajuntem a sua graça, para serem quando menos meeiros na ganância. Furtam pelo modo potencial, porque, sem pretexto nem cerimônia, usam de potência. Furtam pelo modo permissivo, porque permitem que outros furtem, e estes compram as permissões. Furtam pelo modo infinitivo, porque não tem fim o furtar com o fim do governo, e sempre lá deixam raízes em que se vão continuando os furtos.
Estes mesmos modos conjugam por todas as pessoas, porque a primeira pessoa do verbo é a sua, as segundas os seus criados, e as terceiras quantas para isso têm indústria e consciência.
Finalmente, nos mesmos tempos, não lhes escapam os imperfeitos, perfeitos, mais-que-perfeitos, e quaisquer outros, porque furtam, furtaram, furtavam, furtariam e haveriam de furtar mais, se mais houvesse. Em suma, que o resumo de toda esta rapante conjugação vem a ser o supino do mesmo verbo: a furtar para furtar. E quando eles têm conjugado assim toda a voz ativa, e as miseráveis províncias suportado toda a passiva, eles, como se tiveram feito grandes serviços, tornam carregados de despojos e ricos, e elas ficam roubadas e consumidas...».

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PROMOÇÃO LOJA COLLECIONE.COM

Aos amigos colecionadores,

     Informamos que nossa loja VIRTUAL esta com uma SUPER PROMOÇÃO, e você pode ganhar 10% de desconto em sua compras, valido para toda a loja.

      São milhares de novos itens, hoje a collecione.com conta com um acervo em sua loja virtual que chega a marca de 2.718 produtos entra moedas do Brasil e do Mundo, além do vasto acervo de suprimentos para coleção como: Albuns, Classificadores, Folhas diversas para acondicionar cédulas e moedas.

       Aguardamos a sua visita, aproveite... www.collecione.com


Álbuns para Moedas a partir de 26.99 e muito mais....

Dezenas de Cedulas anoma-las para sua coleção......

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Para refletir...

A Carta do Cacique Seattle, em 1855
Cacique Seattle
Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

    "O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
    Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.
    Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.
    Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Saiba que a Lei te ampara nas compras feitas no MercadoLivre... Corra Atras de Seus Direitos.

Mercado Livre está submetido às regras do Código de Defesa do Consumidor



O Mercado Livre popularizou-se como um grande shopping do comércio eletrônico. Mas a pergunta é: qual o papel que o site desempenha no “feirão virtual”?
Resposta: o Mercado Livre é uma empresa que faz a intermediação entre vendedores e compradores que usam o seu site MERCAQDOLIVRE, como tal, é uma fornecedora, enquadrada nas normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
É importante deixar isso claro, porque toda vez que o Mercado Livre é chamado a responder reclamações dos consumidores, ou processos judiciais movidos por estes (e não são poucos), a empresa nega a sua condição de prestadora de serviço submetida às normas do CDC.
Qual o argumento? O Mercado Livre afirma que a sua atividade se resume à colocação de anúncios no seu site, ou seja, diz que “apenas disponibiliza espaço no seu portal da internet para que terceiros anunciem produtos ou serviços para venda.”
E, dessa forma, o Mercado Livre conclui que não está obrigado a responder por prejuízos sofridos pelos usuários dos seus “anúncios”.
Verdade? Não. O Mercado Livre não se limita a divulgar anúncios, pois cobra comissões no fechamento dos negócios, e cadastra vendedor e comprador, promovendo o contato de ambos, que posteriormente negociam entre si. Mas não há como negar que é o Mercado Livre quem faz a aproximação entre as partes, e lucra com isso.
E quem acaba de afirmar a condição do Mercado Livre como fornecedora de serviço, enquadrada no CDC – e responsável pelos danos causados aos usuários dos seus “anúncios” – é a Justiça de São Paulo, em veredicto proferido há cerca de um mês pelo juiz Marcus Alexandre Manhães Bastos, da 13ª Vara Cível do Fórum Central da capital paulista.
Essa decisão apenas confirma um entendimento que já tem sido manifestado pelos tribunais de Justiça de diversos Estados, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e também do Distrito Federal. Nos Juizados Especiais Cíveis, o Mercado Livre é reconhecido como prestador de serviço, enquadrado no CDC.
A novidade quanto à decisão que estamos comentando é que, no caso citado, trata-se de uma sentença coletiva, válida para todos os consumidores, em lugar dos veredictos anteriores, restritos a processos ajuizados individualmente pelos usuários do Mercado Livre.
Na sentença referida, resultante de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de São Paulo, o juiz Marcus Alexandre Manhães condenou o Mercado Livre a obedecer importantes direitos dos consumidores: confirmou que a empresa não é mero divulgador de anúncio e está enquadrada no CDC; obrigou o Mercado Livre a retirar de todos os contratos firmados pela internet a cláusula “que isenta ou atenua” a sua responsabilidade de responder de forma “solidária e objetiva” pelo cumprimento de obrigações.
Tradução: consumidor que usa o Mercado Livre como canal para aquisição de produtos e é vítima de golpe ou prejuízo pode exigir a reparação do dano tanto do vendedor que “anunciou” a mercadoria no site como também pode optar por processar somente o Mercado Livre, a fim de obter deste a reparação do prejuízo.
O consumidor tem ainda o direito de optar por levar à Justiça, no mesmo balaio, simultaneamente, ambos os fornecedores: o site e o vendedor do produto. Como se vê, o cardápio de opções, resultante a “responsabilidade solidária” reconhecida pela sentença, facilita a proteção do consumidor.
Embora ainda caiba recurso por parte do Mercado Livre, qualquer pessoa pode recorrer a essa decisão como precedente ao recorrer à Justiça quando sofrer prejuízo ao comprar produtos no “feirão virtual”.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Deixo hoje este belo texto para nossa reflexão...

SINTO VERGONHA DE MIM

 
Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer…
Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor, ou enrolar o meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo deste mundo!
‘De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude. A rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto’.

Não podemos desistir da verdade, nem aceitar as safadezas como sendo algo normal. Numa sociedade em que ser corrupto parece normal, Rui Barbosa nos remete de volta a verdade que jamais deveria ter sido esquecida.